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TurisAngra começa a recadastrar embarcações de turismo - 19/08/2017


Recadastramento começa na próxima segunda, 21, e vai durar um mês. Embarcações como taxiboats, escunas, saveiros, lanchas, barcos a vela e traineiras precisarão se regularizar


 

  A Fundação de Turismo de Angra dos Reis (TurisAngra) começa na próxima segunda-feira, 21, o recadastramento de todas as embarcações que operam com turismo na Baía da Ilha Grande. Desde taxiboats, escunas, saveiros, lanchas, barcos a vela e traineiras. Dados da fundação mostram que 10 mil embarcações estão cadastradas na Capitania dos Portos.

  Esta decisão foi tomada após reuniões com representantes de empresas do setor náutico, associações de barqueiros e agências de turismo e visa conter os impactos gerados ao meio ambiente e também os efeitos negativos que alguns grupos de turistas têm em visita à Costa Verde. O secretário Executivo de Meio Ambiente, Mário Sergio da Glória Reis, também participou dos encontros. Os proprietários vão ter 30 dias para fazer o recadastramento. Sem o selo de qualidade 2017, eles estarão impedidos de operar suas embarcações na Baía da Ilha Grande. 

  Serão obrigados a fazer o recadastramento barcos a vela e de qualquer esporte, de recreio, saveiros de agências e operadoras locais, traineiras, entre outros. O cadastro será feito na própria TurisAngra. E os representantes das empresas devem apresentar os seguintes documentos: contrato social ou certificado de microempreendedor individual, cartão do CNPJ, RG e CPF do proprietário da empresa. Caso o portador dos documentos não seja o proprietário, deverá se representar através de procuração, apresentando também o RG e o CPF. Alvará de funcionamento, comprovante de residência, certificado Cadastur e título de inscrição da embarcação (TIE), emitido pela Capitania dos Portos de Angra dos Reis. 

  O presidente da TurisAngra, Carlos Henrique Souza de Vasconcelos, lembra que as embarcações de turismo dividem o espaço do mar com outras atividades como a maricultura, pesca, porto, petróleo e gás, também fundamentais para a economia do município. 

  "Sem ordenamento não resolveremos o problema que tantos reclamam. A comunidade de Angra dos Reis não merece passar por mais um verão marcado pela desordem nas águas na Baía da Ilha Grande", conclui o presidente. 

Já o secretário executivo de Meio Ambiente do município vê no recadastramento um passo importante para a preservação da região.

"Temos de começar já  a garantir um turismo sustentável para a região. Caso contrário, todos vão pagar uma conta alta no futuro", prevê Mario Sergio. 

 

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