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Carlos D Alencar Conectado com o Mundo


Foto: Apresentação

Apresentação

No século XV, o pintor Michelangelo já dizia que “a perfeição e feita de detalhes: não apenas um detalhe”. Nossas vidas estão constantemente sujeitas a mudanças e, certamente, a maioria delas não esta sob nosso controle. Na minha idade decidi fugir de tudo aquilo que não fosse acrescentar ao meu estilo de vida. Ser velho é quem se ilude que idade é juventude. Ser jovem é saber envelhecer. Quando alguém toma a palavra, seja falando, seja escrevendo, e diz algo a outra pessoa, num dado momento, numa situação, com determinada intenção torna-se “dono” da língua atribui sentido às palavras, as frases deixam de ser simples estruturas gramaticais e passam a ter um significado particular.   Meu nome é Carlos D’Alencar. Estou em conexão com o mundo. Sou colunista social e editor de saúde, moda, beleza , estética e decoração. No meu leque cultural, sou técnico – ou melhor dizendo- “ Chef patissier” , fiz Yoga, biodanza, balé clássico, jazz, moderno e primitivo, com Gabriel Silva, Debret e Dennis Schardong, fiz também expressão corporal, estudei andamento e postura. Aprendi a arte de interpretar com Gabriel Silva, estudei desenho e pintura com o inesquecível D’Andrea . Na arte de decorar aprendi a fazer esculturas , arranjo floral, “décape” e um curso de arquitetura e planejamento de interior, mas para a arte de embelezar, além de ser “ designer” de modas, sou “coiffeur” e maquilador. Me considero um ex-modelo , “ comme il faut” , e não perde a essência com a moda. Ah! Sou coreógrafo que também vive coreografando as boas coisas da vida.

Démodé

Conectado com o mundo, “flashbacks” memoráveis fazem parte dessa coluna. Em destaque ao mundo “fashion”, ressalto que grande quantidade reclamam de seu guarda-roupa. Refiro-me a classe feminina.

Uma pesquisa realizada em 2014, pela Sharps Bredoms, no Reino Unido, constatou que as mulheres possuem, em média, 107 peças de roupas, mas pelo menos uma vez por semana, dizem que não tem o que vestir. Os dados aqui expostos , foram extraídos do jornal Daily Mail, e segundo esse veículo de comunicação, um dos motivos são as fotos postadas nas redes sociais, que fazem com que achem que os modelos já estão ultrapassados.

Google Maltes

Segundo a definição do dicionário, o conceito de atlas pode ser resumido em “livros de mapas que incluem, às vezes, acontecimentos e cifras referentes a lugares’’. Aqui nesta postagem especifica, o Atlas Mundial do Whisky é um clássico para qualquer amante de Whisky.

Seu autor é Dave Broom, vencedor do Prêmio Glenfiddich. Ele escreve nesse livro sobre mais de 150 destilarias exploradas, mais de 350 notas de degustação, ou seja, notas sobre diferentes “cachorros engarrafados”, e 24 mapas coloridos com localização das principais destilarias.

Considerada uma experiência nova em degustação, O Atlas Mundial do Whisky é essencial para ajudar, a entender (e apreciar) ainda mais este néctar etílico.

 

Maio, mês das noivas.

No glamour no cotidiano, minha imaginação viaja ao tempo. Eis que me deparo com Johann Sebastian Bach e Charles Gounod. Ao escolher uma de suas músicas, ouço uma das composições mais famosas e gravada sobre o texto em latim da Ave Maria.

Ave Maria de Bach/ Gounod me inspira e por isso eu digo: Valorizo a classe feminina.

Hoje, orgulhosamente, também me encontro no campo “fashion”. As mulheres foram feitas para serem amadas, não para serem compreendidas. Além de desenhar, conforme ilustração da noiva criada por mim, escrevo sobre moda. Moda pelo que se percebia, antigamente, era equivalente de Zibeline e de seda pura importada, “tailleur ” de Chanel e sapatos de tecidos que circulavam nos salões para depois aparecer nas colunas sociais. No início da década de 90, quando a revista “Maire Claire” foi lançada no Brasil “ Miuccia Prada” estava apenas começando a criar seu império de luxo, as demais “maisons” francesas estavam em decadência. Alexander McQueen era apenas uma promessa. Depois, ele que era artista visionário, revolucionário e mestre em criar polêmicas apresentações, se destacou.

Ao longo dos séculos, elementos importantes foram associados à celebração do amor no casamento. A mesma ligação com as flores e feminilidade fez de maio, além de mês das noivas, tambémfossem considerados mês das mães e de Maria.

Prisão de Lula


Quando interesse é notícias locais, procuro ser a fonte preferida. Mesmo quando o interesse é em notícias nacionais ou internacionais, me empenho para me tornar a principal fonte dos leitores da região.

O inverno no Brasil não é preocupante. A estação traz um ar civilizado ao País, uma calma que não se encontra nos meses tórridos. Mas, em compensação dois mil e dezessete foi um ano de turbulência politica tal como o ano de 2016. A chapa fica quente para o ex-presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva ( PT). Jornais, revistas e internet só falam no assunto.

Atualmente, o ex presidente petista corrupto Lula, encontra-se preso e condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro (0042543-76.2016.4.01.3400) , na maior operação da Polícia Federal já realizada em território nacional, a Lava Jato. Ele Foi preso pelo Competente Juiz Federal Sérgio Moro.

Ao Ex-presidente Lula, que diante dos bastidores da crise politica , ofereço o sábio pensamento do Filósofo inglês Francis Bacon ( 1561-1626) que diz : “ Nada provoca mais danos num Estado do que homens astutos querendo se passar por sábio”.

Trilogia do pavor

Com “déjà vu”, digo que acreditar na existência das coisas, é uma nova possibilidade de realização, é o combustível para acordarmos todas as manhas.

É verdade que a falta de segurança no Rio de Janeiro não é culpa só do PT. É um problema que vem de décadas, desde a época em que Leonel Brizola era o governador. Mas foi o PT do Lula e Dilma que fez a campanha para a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Rio de Janeiro. Vendendo o mito da cidade pacificada e da população hospitaleira. E o resultado é este que estamos vendo, praticamente, todo fim de semana e na TV. Ou seja: corrupção, roubalheira e arrastões, a trilogia do pavor. Resumindo: o Estado brasileiro não garante nem a segurança dos cidadãos quanto mais dos turistas.